
Quando o Calor Aperta Haja vontade para ver tanta gente Exibindo as suas curvas em roupa reduzida, Talvez por terem o sangue muito quente Ou aos tecidos alguma estranha alergia. É vê-las na praia banhando-se ao Sol De cabelo solto ao vento na rebeldia; Acham-se brasas esquecidas no lençol Rindo-se do nada numa estranha alegria! Com a procriação a guinchar e a correr, São os olhos de quem, já cansado, Os afunda em castelos de areia para não os ver Pois nada é pior que um leitão mal educado. É vê-los amontoados uns em cima dos outros Pois, quem sabe, aquela área não é a melhor! Tão juntinhos que até parecem monos, Todos eles infelizes filhos do "nosso" Senhor... |